sábado, 2 de julho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
:: Planejamento Estratégico ::
Método pelo qual a empresa define a mobilização de seus recursos para alcançar os objetivos propostos. É um planejamento global a curto, médio e longo prazo. Dele resulta um plano estratégico, ou seja, conjunto flexível de informações consolidadas, que serve de referência e guia para a ação organizacional. Pode ser considerado como uma bússola para os membros de uma determinada organização.
A elaboração do Planejamento Estratégico
1. Formulação dos objetivos organizacionais
A empresa define os objetivos globais que pretende alcançar a longo prazo e estabelece a ordem de importância e prioridade em uma hierarquia de objetivos.
2. Análise interna das forças e limitações da empresa
2. Análise interna das forças e limitações da empresa
A seguir, faz-se uma análise das condições internas da empresa para permitir uma avaliação dos principais pontos fortes e dos pontos fracos que a organização possui. Os pontos fortes constituem as forças propulsoras da organização que facilitam o alcance dos objetivos organizacionais - e devem ser reforçados, enquanto os pontos fracos constituem as limitações e forças restritivas que dificultam ou impedem o seu alcance - e que devem ser superados. Essa análise interna envolve:
Análise dos recursos (recursos financeiros, máquinas, equipamentos, matérias-primas, recursos humanos, tecnologia etc.) de que a empresa dispõe para as suas operações atuais ou futuras.Análise da estrutura organizacional da empresa, seus aspectos positivos e negativos, divisão de trabalho entre departamentos e unidades e como os objetivos organizacionais foram distribuídos em objetivos departamentais.Avaliação do desempenho da empresa, em termos de lucratividade, produção, produtividade, inovação, crescimento e desenvolvimento dos negócios.
3. Análise externa
Análise dos recursos (recursos financeiros, máquinas, equipamentos, matérias-primas, recursos humanos, tecnologia etc.) de que a empresa dispõe para as suas operações atuais ou futuras.Análise da estrutura organizacional da empresa, seus aspectos positivos e negativos, divisão de trabalho entre departamentos e unidades e como os objetivos organizacionais foram distribuídos em objetivos departamentais.Avaliação do desempenho da empresa, em termos de lucratividade, produção, produtividade, inovação, crescimento e desenvolvimento dos negócios.
3. Análise externa
Trata-se de uma análise do ambiente externo à empresa, ou seja, das condições externas que rodeiam a empresa e que lhe impõem desafios e oportunidades. A análise externa envolve:
Mercados abrangidos pela empresa, características atuais e tendências futuras, oportunidades e perspectivas.Concorrência ou competição, isto é, empresas que atuam no mercado, disputando os mesmos clientes, consumidores ou recursos.A conjuntura econômica, tendências políticas, sociais, culturais, legais etc., que afetam a sociedade e todas as demais empresas.
4. Formulação das Alternativas Estratégicas
Mercados abrangidos pela empresa, características atuais e tendências futuras, oportunidades e perspectivas.Concorrência ou competição, isto é, empresas que atuam no mercado, disputando os mesmos clientes, consumidores ou recursos.A conjuntura econômica, tendências políticas, sociais, culturais, legais etc., que afetam a sociedade e todas as demais empresas.
4. Formulação das Alternativas Estratégicas
Nesta quarta fase do planejamento estratégico formulam-se as alternativas que a organização pode adotar para alcançar os objetivos organizacionais pretendidos, tendo em vista as condições internas e externas. As alternativas estratégicas constituem os cursos de ação futura que a organização pode adotar para atingir seus objetivos globais. De um modo genérico, o planejamento estratégico da organização refere-se ao produto (bens que a organização produz ou serviços que presta) ou ao mercado (onde a organização coloca seus produtos ou bens ou onde presta seus serviços).
O planejamento estratégico deve comportar decisões sobre o futuro da organização, como:
O planejamento estratégico deve comportar decisões sobre o futuro da organização, como:
- Objetivos organizacionais a longo prazo e seu desdobramento em objetivos departamentais detalhados.
As atividades escolhidas, isto é, os produtos (bens ou serviços) que a organização pretende produzir. - O mercado visado pela organização, ou seja, os consumidores ou clientes que ela pretende abranger com seus produtos.
- Os lucros esperados para cada uma de suas atividades.
- Alternativas estratégicas quanto às suas atividades (manter o produto atual, maior penetração no mercado atual, desenvolver novos mercados).
- Interação vertical em direção aos fornecedores de recursos ou integração horizontal em direção aos consumidores ou clientes.
- Novos investimentos em recursos (materiais, financeiros, máquinas e equipamentos, recursos humanos, tecnologia etc.) para inovação (mudanças) ou para crescimento (expansão).
(Extraído de curricular.com.br)
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A Governança Corporativa como diferencial competitivo
A Ética Empresarial tem sido um argumento bastante utilizado por boa parte das organizações, para suportar suas campanhas de marketing, muitas vezes com um discurso dissociado da prática.
O tema é tão vasto que muitas empresas inda não despertaram para a sua importância, e nem ao menos perceberam todas as facetas que nele podem ser consideradas, bem como os possíveis benefícios.
Não faz muito tempo o termo “Governança Corporativa” começou a aparecer com certa freqüência na mídia, e na sua origem pregava a transparência das organizações no sentido de lhes conferir maior credibilidade junto ao mercado, em especial quanto aos resultados financeiros.
Na realidade, hoje muitas empresas estão adotando algumas práticas que as tornam diferenciadas, e isso se reveste da maior importância no atual ambiente de alta competitividade no processo da globalização. Não importa o rótulo usado, mas principalmente o seu conteúdo e sua prática. Alguns desses comportamentos adotados são abordados a seguir:
Respeito ao acionista: é fundamental que as pessoas físicas ou entidades mantenedoras das organizações não se sintam enganadas seja por balanços fictícios, ou por promessas mirabolantes de lucros fáceis.
Respeito aos funcionários: eles são essência das organizações, a verdadeira razão delas existirem. Não podem, ser tratados apenas como números, mas sim como uma massa pensante em prol da empresa.
Respeito aos clientes: apesar de dispensar comentários, é mais comum do que se pensa a falta de respeito e sensibilidade existente em muitas organizações para com seus clientes.
Respeito ao meio ambiente: a responsabilidade pela preservação ambiental e pela sustentabilidade transcende a área governamental, e passa a ser compartilhada pela sociedade como um todo. Cabe também tratar da reciclagem de materiais, do aumento da eficiência produtiva e redução de desperdícios.
Respeito aos fornecedores: esses precisam ser tratados como parceiros de negócios, dentro da visão do “ganha-ganha”. Na prática o que se observa é uma constante queda de braço entre cliente-fornecedor.
Mão de obra infantil: embora a maior parte das empresas não se utilize dessa mão de obra barata, poucas são as que divulgam essa postura como parte das suas estratégias de marketing.
Interação e responsabilidade social: a Sociedade é a maior cliente das empresas, e pouca atenção recebe das mesmas. Programas de interação social e apoio institucional às causas sociais, educação e saúde deixaram de ser responsabilidade apenas dos governos sendo assumidas também pelas empresas.
Responsabilidade fiscal: Os impostos são uma das bases da cidadania, e mesmo que existam distorções ou discordâncias quanto ao modelo vigente, cabe contestação nas esferas adequadas.
Finalizando, podemos concluir que essas são práticas simples e que se bem utilizadas, podem perfeitamente compor uma nova cultura organizacional, capaz de fazer a diferença junto ao mercado.
- Fernando Cunha -
(Diretor Executivo da ASTEC)
Assinar:
Postagens (Atom)

